top of page

PUBLICIDADE

No Hospital Harlem, os murais ganham uma nova vida


Imagem: Nytimes

Os murais do Harlem Hospital Center foram criadas em 1936, e mostravam negros trabalhando. O hospital se opôs as pinturas, alegando que os esboços mostravam muito os “negros” e eles “poderiam não formar a maior parte da comunidade” nos anos seguintes. Porém, as pinturas permaneceram.

Com o passar dos anos as pinturas nas paredes foram se deteriorando, mas hoje estão “restauradas” em um edifício de mais de 58500m², no Pavilhão Mural. O Mural Pavilion possui unidades de terapia intensiva, salas de cirurgia, clínicas, espaços de imagem e um departamento de emergência.

Parte dos arquitetos queriam salvar os murais, porém os custos seriam muito alto. Agora três dos murais estão em ampliações digitais em uma fachada de vidro de mais de 3500m² do prédio.

As imagens são impressas no vidro usando tinta cerâmica. Antes, os murais eram visíveis apenas para funcionários e pacientes, agora eles são visíveis da rua. As imagens digitais são retroiluminadas, então a fachada torna-se essencialmente uma caixa de luz que também pode ser vista de dentro do prédio.

Imagem: Nytimes

A restauração dos atuais murais foi supervisionada pela Comissão de Design Público da cidade, e questionou se seria apropriado exibir as imagens já que pela questão de história, eles estavam localizados grande parte fora da vista do público.

Thornhill, filho sobrevivente da Sra. Hayes disse a comissão que não era apenas apropriado "mas a correção de uma injustiça tê-los escondido em um corredor dos fundos". “Foi uma luta para os artistas criá-los”, disse Denise C. Soares, diretora executiva do hospital. "E foi nossa honra conservar seu legado".

Você também pode gostar de ler sobre:

bottom of page