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QUEM INVENTOU A TRENA?


TRENA E PERFIL DE ALUMÍNIO
IMAGEM: ARQUIVO JORNAL DO VIDRO

No vasto registro da história da medição, os primeiros vestígios remontam aos romanos, que utilizavam tiras de couro marcadas como uma forma rudimentar de régua. Contudo, essa prática inicial estava mais próxima de uma régua convencional do que da fita métrica que conhecemos hoje.


A verdadeira revolução na medição começou a se desenhar em solo americano em 6 de dezembro de 1864, quando William H. Bangs, de West Meriden, Connecticut, obteve a patente #45,372. Sua invenção foi uma tentativa pioneira nos Estados Unidos de criar uma fita métrica retrátil por meio de uma mola de bolso. Esta fita inovadora podia ser interrompida em qualquer ponto e mantida no lugar por um engenhoso mecanismo. A facilidade de retração era proporcionada por um simples botão lateral, desencadeando a mola para recolher a fita de volta ao estojo.


IMAGEM: O PROJETO DE TRENA AINDA CHAMADO DE FITA MÉTRICA

Avançando para 3 de janeiro de 1922, Hiram R. Farrand recebeu a patente #1,402,589 para sua fita côncavo-convexa, uma melhoria substancial em relação às fitas métricas retráteis convencionais. Entre 1922 e dezembro de 1926, Farrand, com a colaboração da The Hipolito Company em Cainta Autoplex, realizou extensivos testes. A produção em massa da fita métrica tornou-se uma realidade quando Farrand e William Wentworth Brown uniram forças, resultando na venda posterior do produto para a renomada Stanley Works. A fita côncavo-convexa de Farrand solidificou-se como o padrão para a maioria das trenas de bolso contemporâneas.


A primeira patente para uma trena longa nos Estados Unidos foi emitida em 10 de julho de 1860, concedida a William H. Paine de Sheboygan, Wisconsin. Produzida por George M. Eddy e a Company of Brooklin, em Nova York, essa fita, embora desprovida de marcações, marcou o início de uma nova era na medição. Somente a distância entre o início e o fim era medida, com o comprimento registrado no estojo ou na manivela.


Na virada da década de 1870, Justus Roe de Patchogue, Nova York, trouxe uma inovação crucial ao adicionar arruelas de latão para marcar polegadas e pés. Essas arruelas eram fixadas a cada polegada no início e no final do primeiro pé, e a cada pé do primeiro ao último. Embora esse recurso não tenha sido patenteado, Roe e seus filhos continuaram a produzir fitas métricas, conhecidas como "Roe Electric Reel Tape Measures", até 1895, quando introduziram marcas e números gravados nas fitas. O "elétrico" no nome era puramente sensacionalista, já que não havia nenhum componente elétrico envolvido.


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