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A contabilidade de perdas após paralisação

 Imagem:arquivo jornal do vidro

 

Nossa equipe busca trazer aos serralheiros e vidraceiros assuntos que devem influenciar em sua profissão e dessa vez, entrevistamos por vídeo conferência o diretor e proprietário da empresa Fênix Pintura Eletrostática à Pó Leandro Furlan para entender as atitudes tomadas na empresa e também a organização da contabilidade no período.


Jornal do Vidro- Quando e por quanto tempo a Fênix parou?  


Leandro Furlan- Nós paramos por 15 dias e voltamos dia 26 de abril visando sempre a questão de saúde, tínhamos trabalho e outras coisas mas decidimos parar para preservar a saúde dos nossos colaboradores. 


Jornal do Vidro- Vocês já fizeram a contabilidade das perdas?

Leandro Furlan - imagem: Print durante a entrevista


Leandro Furlan- Nós ainda estamos levantando muitos números, mas mesmo com 15% da equipe tendo continuado trabalhando, a gente estima que a perda é de aproximadamente 50% na paralisação.


Jornal do Vidro- Foi necessário fazer algum tipo de suspensão de contrato de trabalho?


Leandro Furlan- Sobre essa questão até agora não precisamos demitir ninguém, nós paramos, mas ainda tinha trabalho a ser feito, então estamos terminando o que tinha e recebendo material, até agora não precisamos fazer demissão.

Imagem: Arquivo Jornal do Vidro


Jornal do Vidro- O que a Fênix faz agora para trabalhar? Tem algum movimento? Qual a opção geral hoje?


Leandro Furlan- O que a gente faz agora para retomar a rotina e trabalhar do mesmo modo de antes é, entregar o mais rápido possível porque assim os clientes que sempre foram prioridade são atendidos da melhor maneira possível e o salário dos colaboradores também deve chegar com mais facilidade, então trabalhamos com a agilidade para não prejudicar o cliente.


Jornal do Vidro- Quais são as perspectivas da Fênix, claro que isso envolve a questão governamental, mas como você que é diretor e proprietário vê essa questão?

 


Leandro Furlan- O futuro depende das estimativas tanto do governo quanto do próprio setor vidreiro. Acredito que vamos ter uns três meses de baixa, ainda estamos recebendo as encomendas que tinham sido feitas antes e só depois vamos ter o impacto da paralisação. O próximo mês deve ter uma baixa, mas tudo vai depender do tempo que o mercado ficar parado por conta do isolamento e de ajuda do governo. Mas temos uma perspectiva boa, acredito que deve vir algum incentivo para que a construção civil volte o mais rápido a estar igual antes ou talvez até melhor e dentro de três ou quatro meses deve voltar ao normal.

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