ALTURA DE GUARDA-CORPO PASSA A SER DISCUTIDA FORA DO SETOR DE VIDRO E ESQUADRIAS

Reportagem de Vanessa Ramos chama a atenção do consumidor para a altura mínima prevista em norma, um tema conhecido por vidraceiros e serralheiros, mas que agora começa a chegar com mais força ao cliente final.
Uma reportagem publicada pela Super Rádio Tupi, assinada pela jornalista Vanessa Ramos, chamou a atenção do Jornal do Vidro por tratar de um assunto bastante conhecido por quem trabalha com guarda-corpos: a altura mínima prevista pela ABNT NBR 14718. A matéria destaca a referência de 1,10 metro e lembra que o guarda-corpo precisa ser analisado como um sistema, levando em conta também questões como fixação, resistência e espaçamento.
Para vidraceiros e serralheiros que trabalham diariamente com esse tipo de instalação, o assunto não é novidade. O ponto interessante é outro: esse tipo de informação começa a chegar com mais força também ao consumidor final.
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Durante muito tempo, boa parte das exigências técnicas ficou mais próxima de fabricantes, instaladores, projetistas e profissionais do setor. Agora, temas como esse aparecem também em portais, rádios, redes sociais e conteúdos voltados ao público em geral.
Na prática, isso significa que o cliente pode chegar à obra mais informado e também com mais perguntas. Pode querer saber a altura do guarda-corpo, entender qual vidro está sendo usado, perguntar sobre o sistema de fixação ou confirmar se aquela solução atende à norma.
Para o bom profissional, isso pode ser positivo. Quanto mais o cliente entende que guarda-corpo é um item de segurança e não apenas acabamento, mais espaço existe para valorizar um serviço bem executado e o conhecimento de quem instala.
A reportagem da Super Rádio Tupi também chama atenção para um detalhe importante: a medição da altura considerando o piso acabado. Para quem trabalha com isso no dia a dia, é uma informação conhecida, mas para muita gente fora do setor é algo que nunca passou pela cabeça.
Esse talvez seja um dos pontos mais interessantes da matéria. O consumidor começa a olhar para detalhes que, até pouco tempo atrás, ficavam quase exclusivamente nas mãos de quem projetava, fabricava ou instalava.
E quando esse tipo de informação passa a circular fora do setor, a tendência é que ela também comece a aparecer mais nas conversas de orçamento e na própria obra.
Por isso, o Jornal do Vidro quer ouvir o mercado. Vidraceiros e serralheiros já perceberam clientes fazendo mais perguntas sobre normas e segurança?
Esse tipo de informação tem chegado com mais frequência ao consumidor? E essa mudança ajuda a valorizar o profissional que trabalha corretamente?
A matéria da Super Rádio Tupi colocou o assunto na rua. Agora queremos saber como ele aparece na obra.







