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Opiniões polêmicas sobre o mercado vidreiro!


Imagem: departamento de arte Jornal do Vidro


Na noite de sexta-feira, o Jornal do Vidro entrevistou Jorge Menezes, mentor de negócios e conselheiro empresarial. O assunto trouxe opiniões sobre o mercado vidreiro, bem como outros temas interessantes aos profissionais alumínio-vidreiros.


Jorge Menezes diz que, a partir de 97, o serralheiro começou a aprender a mexer com o vidro e avançar no mercado das vidraçarias; “Hoje, muitas vidraçarias trabalham tanto com o vidro como esquadrias e há muitas que perdem negócio por só saber trabalhar com o vidro. Eu diria que tem mais vidraçaria que não sabe trabalhar com o alumínio do que o profissional do alumínio que não sabe trabalhar com o vidro”.


Sobre o funcionamento do mercado, Menezes ressalta a busca pela melhora na qualidade dos serviços está aliada a abertura e ampliação do mercado: “Com a abertura do mercado, com a ampliação muito forte do número das têmperas e vidraçarias a disputa aumentou e os preços começaram a se achatar um pouco mais e aí começou realmente a busca e a disputa pela qualidade do serviço”.


Sobre o futuro do mercado de vidraceiros e serralheiros, o mentor de negócios acredita que as empresas do Brasil vão demorar pelo menos uma década para chegar perto de exemplos como EUA e ele considera dois fatores: “A cultura, pois parece que agora o vidraceiro começa a pegar gosto por alguns trabalhos e segundo por conta de não observar as normas técnicas, não existe padrão”.



Para distribuidoras de alumínio, ferragens e acessórios, ele acredita que desempenham um papel muito importante e acredita que é um trabalho regionalizado “Não tem como o distribuidor ser banido desse mercado, a distribuição é fundamental. Se você analisar o perfil dos profissionais de vendas da fábrica e da distribuidora, é diferente. O distribuidor lida direto com o vidraceiro, já o profissional da fábrica não tem esse contato”.


Sobre as têmperas o conselheiro empresarial diz que muitas têmperas não tem o preparo das vendas; “Na maioria delas não houve treinamento, incentivo, fazendo com que os vendedores se limitem a atender ao pedido do vidro”. “A prática mostra que sempre que o vidraceiro comprar, por exemplo, 500 reais de vidro, no mínimo 50% desse valor a mais seria de ferragens”.


Quanto à importância da capacitação: “É preciso entender o que faz. É importante que cada equipe seja treinada de acordo com as características dela”. “O cliente tem a necessidade de falar”.


Pra todos os setores acompanharem a evolução, Jorge Menezes lembra que é importante entender as demandas do mercado “Acima de tudo é preciso que cada um faça a diferença, é preciso fazer mais, fazer diferente, inovar”.


A respeito de o mercado ser relutante, Menezes diz que há o medo do novo e de arriscar “Não se sentem seguros o suficiente para fazer isso. Os distribuidores tem que ter a coragem de inovar”. “A geração nova vem com uma nova visão, o mercado vai mudar, vai ficar quem for bom e criativo”.

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