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FALTA DE MATERIAL; exploração ou exportação?


Imagem: departamento de arte Jornal do Vidro

Na tarde do dia 28 de outubro, o Jornal do Vidro realizou a 23ª edição da sua tradicional live “No meio do caminho”. O programa que já é conhecido por vidraceiros e serralheiros tem como objetivo trazer conteúdos relevantes aos profissionais do segmento alumínio vidreiro. Dessa vez, o assunto foi “Falta de material; exploração ou exportação?”. Para conversar sobre, os convidados foram o diretor da empresa da Aricanduva Ferragens e Alumínio para vidro temperado (que investe em produtos e materiais de qualidade para vidraceiros), David Alves, da cidade de São Paulo, e o empresário e proprietário Felipe Bittencourt, da EP Alumínio (que atende vidraceiros e serralheiros) da cidade de Salvador-BA.

Sobre o principal tema da live, Alves ressalta: “São várias questões”, “Imagino que a exportação esteja acontecendo”, ele acredita que devido ao valor do dólar, a situação gera a lei da oferta e da procura; “Se eu vou vender um material por mil reais, e outra pessoa quer comprar por mil dólares, para quem eu vou vender?”. Para Bittencourt, as indústrias não estavam preparadas: “Por conta disso, essa onda de falta de matéria prima”.


Quanto a escassez de materiais e o aumento de preços, relacionados a Covid-19, o diretor acredita que a falta de materiais leva a lei da oferta e da procura; “Imagino que ano que vem essa falta se normalize, estabilize e todo mundo possa trabalhar de forma mais coesa”. Para o empresário, os fornecedores de sua empresa não estão explorando; “O dólar está em alta, matéria-prima do alumínio está escassa”, ele ressalta sobre a alternativa do momento; “Só passam o preço quando faturam”, “A gente leva esse produto para o vidraceiro, ele precisa estar competitivo para conseguir repassar para o consumidor final”.

Relacionado as alternativas que vidraceiros e serralheiros podem ter para amenizar a situação, o diretor fala sobre agregar valor e fazer parcerias; “Vidraceiros que tem parcerias com distribuidoras, imagino que estão a frente”. O empresário acredita que é preciso se organizar; “Trabalhar o que tem. Não é só para o vidraceiro e para o serralheiro, é para o distribuidor”.

Quanto a perspectiva para melhoria da situação, os dois concordam. Segundo Alves: “imagino que em março irá normalizar”. Já Felipe diz que, após conversas com indústrias: “Em março creio que esteja estabilizado, que os distribuidores já tenham seu estoque”, as indústrias estão se preparando, completa.

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