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Com a palavra o vidraceiro

 Imagem: Reportagem Jornal do Vidro

 

Na semana em que se comemora o dia do vidraceiro nossa equipe traz entrevistas com profissionais para expor suas ideias sobre as questões que preocupam o mercado de alguma maneira e as possíveis soluções. Um dos profissionais entrevistados é o vidraceiro e serralheiro Renato Rotta.


Jornal do Vidro- Porque motivo você entrou no mercado vidreiro? Como foi seu primeiro contato?


Renato Rotta- Tive meu primeiro contato com o vidro em uma empresa de beneficiamento de vidro em Arapongas no Paraná começando a trabalhar como ajudante de produção, lapidação, engenharia, o que me levou a me tornar um instalador. Depois montei uma vidraçaria, na minha opinião nós sempre tivemos o apoio do governo e do Senai e com isso a facilidade de tirar o MEI para se tornar um microempreendedor, mas a dificuldade que surgiu no começo foi a concorrência desleal pois algumas temperas acabam concorrendo com os próprios clientes.

 Imagem: Reportagem Jornal do Vidro


Jornal do Vidro- Quanto tempo levou esse processo? Quando você entrou no mercado e a quanto tempo trabalha com a instalação? Como você vê a concorrência de outras vidraçarias? Quanto eles contribuem para o mercado estar desse jeito hoje?


Renato Rotta- Eu conheci o vidro temperado em 2011 e fiquei por sete anos na empresa, e sai realmente preparado para trabalhar como instalador, então em 2018 tentei a primeira vez trabalhar por conta no norte do Paraná, mas acabei desistindo pelas dificuldades e pela região ser fraca no ramo, e no final de 2018 comecei a trabalhar em Curitiba, tendo uma nova visão do mercado e aprendendo coisas novas. Quanto a concorrência existe a questão da guerra de preços, alguns não pensam na qualidade, mas sim no preço final e pagar barato, até mesmo desrespeitando normas de segurança e isso gera uma cadeia negativa, pois com o material impróprio e inferior o orçamento as vezes sai pela metade do preço, acredito que deviam todos se organizar para trabalhar dentro das leis e assim a mão de obra seria especializada.

 

 

Rotta ainda informou a nossa redação que a partir de um trabalho terceirizado de mão de obra realizado por ele, foi possível conhecer outro profissional que além de serralheiro, realiza frete por aplicativo e devido ao mercado estar parado por conta da pandemia, Renato Rotta se viu obrigado a fazer uma outra função nesse período, mas já visa voltar as atividades normais de vidraceiro e serralheiro em Curitiba.

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