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Lata de alumínio completa 30 anos no dia a dia do consumidor brasileiro


Imagem: Departamento de Arte Jornal do Vidro

No ano de 1986, a empresa Alcan Alumínio do Brasil, atualmente chamada Novelis, instalou na cidade de Pindamonhangaba (SP) o primeiro laminador a quente, o qual seria responsável pela produção de chapas especiais. Esse passo importante foi o que resultou, em 1989 na cidade de Pouso Alegre (MG), na produção e comercialização de embalagens mais sustentáveis do mundo, a lata de alumínio para bebidas.

Essa novidade foi um ponta pé para os fabricantes de bebidas e consumidores finais, e além disso, a latinha de alumínio foi a pioneira no conceito real de economia circular, além de ter acelerado a geração de emprego e renda.

A primeira fabricante de cerveja no país foi a Skol, no ano de 1989, com o uma embalagem muito mais leve do que as de hoje, com aproximadamente 17g, feita com material laminado estanhado composto por ferro e aço de baixo teor de carbono. Além disso, a embalagem da latinha não enferrujava, fato que hoje mudou e é uma das principais reclamações do consumidor.

Uma das vantagens oferecidas pela embalagem de alumínio é a integridade da bebida, já que o maior adversário da conservação de uma boa cerveja é o raio ultravioleta, mal que as embalagens de vidro sofrem bastante. Nos últimos anos, a preocupação dos fabricantes de embalagens é estar sempre atualizando o layout das latinhas, modernizando a aparência sempre levando em consideração a beleza e a praticidade. Desde a primeira versão, foram criados vários outros modelos com novos formatos, tintas e texturas.

Sustentabilidade e praticidade

Por possuir um menor peso, a lata de alumínio é aliada na logística de distribuição pelo Brasil, além de colaborar na diminuição de custos e de poluição. Todos os benefícios que a latinha carrega, com fácil armazenamento, distribuição, redução de perdas e maior proteção ao sabor da bebida, resultaram na crescente presença da latinha no mercado nacional, onde já se totaliza em 50% de produção no país.

A diretora-executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre), Luciana Pellegrino, falou sobre o reflexo positivo para com o setor das bebidas no país: “Com esse ganho expressivo, a indústria pôde crescer e trabalhar na diversificação, chegando mais próximo do consumidor. A lata de alumínio trouxe uma diferenciação na experiência de consumo”, afirmou a diretora.

Benefícios com a reciclagem da latinha de alumínio

Sem dúvidas, a maior vantagem durante esses 30 anos de comercialização da latinha é a sua reciclagem, porque gera um pequeno impacto ambiental relativo a todas as outras embalagens de bebidas, confira outros benefícios além desse:

- Menos gasto de energia por litro envasado;

- Menor uso de água na produção da embalagem;

- Diminuição de risco para o catador de materiais recicláveis;

- Mais eficiência no armazenamento e no transporte por conta do seu formato inovador.

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