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Prédio que desabou em São Paulo foi pioneiro ao utilizar fachada pele de vidro

 

O edifício Wilton Paes de Almeida foi palco de uma tragédia na madrugada da última terça-feira (1), quando desabou após um incêndio de grandes proporções se formar em seu interior. Além de ter causado a morte de pelo menos quatro pessoas, o incêndio provocou também uma grave perda arquitetônica. Inaugurado em 1966, o edifício localizado no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, foi um símbolo da arquitetura vanguardista na cidade graças à sua fachada envidraçada. A fachada lhe rendeu o apelido de “prédio de vidro”, como era conhecido pelos moradores da região. Em entrevista à BBC Brasil, o arquiteto Francesco Perrota-Bosch conta que a fachada de vidro edifício Wilton Paes de Almeida marcou uma época: “precisou ser importada porque não era feita no Brasil".

 

 

Projetado pelo arquiteto francês Roger Zmekhol, que lecionou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, o edifício de 24 andares foi encomendado pelo empresário Sebastião Paes de Almeida para ser sede da Companhia Comercial de Vidros do Brasil (CVB), empresa que fazia parte da Vidrobrás. Seu projeto também foi pioneiro ao incluir um sistema de ar-condicionado central. Em 1992, o prédio foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) por sua relevância arquitetônica. Atualmente pertencia ao governo federal e passou por diversas tentativas de revitalização. Como nenhuma vingou, o prédio foi invadido diversas vezes por integrantes de movimentos sem-teto.

 

O incêndio que levou à queda do Wilton Paes de Almeida começou no quinto andar por volta da 1h30. Moradores da região se assustaram com o barulho dos vidros da fachada estourando. As chamas fizeram os pilares de concreto que sustentavam a edificação cederem, e derreteram os vidros do outrora glorioso “prédio de vidro”. Dos 317 moradores que estavam cadastrados no edifício, 49 estão desaparecidos, e ainda não há confirmação sobre o número exato de mortos.

 

Fontes: Folha de São Paulo e BBC Brasil

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