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O segredo do sucesso: visão, coragem e inovação

 

O Sr. Vilmar Pereira, diretor da Rio Vidros, é um cara que tem visão e coragem... lá pelo fim da década de 70 ele trabalhava na Vidraçaria Cometa e tinha um sonho de crescer profissionalmente, montando seu próprio  negócio. Saiu de lá e montou a Vidraçaria Rio Verde, que acabou se transformando na maior vidraçaria da região de Colombo. Aí, ele percebeu que existia uma carência bem grande de beneficiadoras de vidro que fizessem lapidação e não pensou duas vezes: fechou a vidraçaria e abriu uma distribuidora de chapas de vidros beneficiadas, a Rio Vidros. Outro negócio de sucesso. Claro que para tudo isso teve a ajuda da dona Dilair Ferrarini Pereira, companheira de batalha que nos contou rindo que já chegou até a perder a voz para dar conta de tanto trabalho. Mas parece que valeu a pena! Hoje também tem o Rafael Ferrarini Pereira, gerenciando o administrativo e o Adriano Ferrarini Pereira, gerenciando a produção, além, é claro, de uma equipe de colaboradores que faz tudo acontecer. Chega? Não, a Rio Vidros tem planos de mais crescimento e mais inovação. Acompanhe a entrevista com o Sr. Vilmar:

 

Jornal do Vidro - Quando foi seu primeiro contato com o vidro?

Sr. Vilmar - Por volta de 1975, trabalhando na Vidraçaria Cometa. Incialmente era um trabalho de entrega de vidros. Trabalhei três anos nessa empresa e aí veio a ideia de iniciar meu próprio negócio.

 

Jornal do Vidro - Então, a ideia de montar o próprio negócio nasceu lá. Mas, como?

Sr. Vilmar - Na verdade, sempre almejamos crescimento na vida. Como eu tive a oportunidade de conhecer o trabalho com vidro e gostar, surgiu a ideia de montar meu próprio negócio. Com o conhecimento que adquiri nos anos de trabalho na Cometa foi possível fundar a Vidraçaria Rio Verde, aqui em Colombo, no bairro Rio Verde... inclusive, é daí que vem o nome!

 

Jornal do Vidro - O que era necessário para montar uma vidraçaria nessa época?

Sr. Vilmar - Na época era simples. Uma vidraçaria não exigia muito capital, era preciso um pequeno estoque de vidros, uma mesa de corte e a mão-de-obra para trabalhar esse vidro, para a colocação em obras.

 

Jornal do Vidro - Como foi o início da Vidraçaria Rio Verde?

Sr. Vilmar - Iniciei sozinho, em um ponto comercial onde eu mesmo fazia o atendimento e as instalações. Foi assim durante dois anos, então, senti a necessidade de com tratar colocadores para que eu assumisse o comercial.

 

Jornal do Vidro - Nessa época, o que os clientes procuravam numa vidraçaria?

Sr. Vilmar - Usava-se muito vidro comum, quase não se falava em vidro temperado para obras pequenas. O cliente geralmente buscava vidro comum, para janelas de ferro ou de madeira e a fixação era feita na massa mesmo. O espelho também tinha procura, mas não era nosso foco porque não tínhamos equipamentos para o beneficiamento do produto. Então, vendia-se espelho para moldura, mas em pequena escala.

 

Jornal do Vidro - Na época a lapidação era uma coisa mais difícil, mesmo assim, o senhor fazia algum tipo de lapidação na própria vidraçaria, uma coisa mais artesanal. Como era feito?

Sr. Vilmar - Nós tínhamos um a lixadeira, então fazíamos um acabamento que não era perfeito, mas, pelo menos, o espelho não ficava com bordas cortantes. A lapidação não ficava com um acabamento polido, ficava fosco.

 

Jornal do Vidro - Então, através disso que o senhor começou a ver que havia a necessidade de existir uma empresa como a Rio Vidros?

Sr. Vilmar - Na verdade, em 1995 surgiu a ideia de criar a Rio Vidros.  Antes disso, a Vidraçaria Rio Verde tinha uma clientela muito grande na região de Colombo e em outras regiões de Curitiba, ou seja, estávamos consolidados como vidraçaria. Ainda assim, sempre tínhamos o projeto de montar algo como é a Rio Vidros hoje.  De fato, não éramos tão bem atendidos pelas lapidadoras, mesmo porque, elas ficavam bem longe daqui e eram apenas duas ou três empresas, na época, fazendo esse trabalho em Curitiba. Como a demanda já era bem grande, realmente tínhamos dificuldade em conseguir o produto a tempo de atender o cliente no prazo prometido. Com base na nossa própria experiência, percebemos que havia uma deficiência por parte das lapidadoras aqui na região de Colombo e decidimos abrir uma distribuidora e beneficiadora de vidros.

 

Jornal do Vidro - Mas quando foi essa mudança? Em que ano foi tomada a decisão de fechar a vidraçaria Rio Verde e abrir a Rio Vidros?

Sr. Vilmar - Em 2004 nós encerramos as atividades da vidraçaria e imediatamente fundamos a Rio Vidros em um novo local, onde havia um barracão de 500 m², espaço suficiente para iniciar a distribuição e o beneficiamento de chapas vidros.

 

Jornal do Vidro - No inicio, como foi o trabalho? A ideia inicial era atender o mercado vidreiro ou já pensavam em atender a indústria moveleira e o mercado de decoração?

Sr. Vilmar - Quando trabalhávamos com a vidraçaria já tínhamos bastantes clientes da indústria moveleira e percebíamos a dificuldade de conseguir o vidro acabado, o vidro lapidado. Esse tipo de vidro é muito utilizado para a indústria de móveis sob medida. E aí que veio a ideia de investirmos em maquinário. Começamos com apenas uma máquina lapidadora pequena, de dois rebolos, que nos ajudou bastante.

 

Jornal do Vidro - Os vidros da Rio Vidros tem qualidade reconhecida no mercado. Existe uma receita para se ter essa qualidade?  

Sr. Vilmar - Investimos em dois aspectos: na qualificação profissional e num maquinário de boa qualidade. Temos predileção pelas máquinas de origem europeia em função da maior durabilidade e dos resultados obtidos no produto final. Essa é nossa receita para o desenvolvimento de produtos com alto nível de qualidade.

 

Jornal do Vidro - A inovação é uma característica da Rio Vidros. Foram os primeiros a trazer alguns tipos de vidros para o mercado curitibano, os primeiros a trabalhar com espelhos somente de marcas nacionais, enfim, de onde vem a inspiração para essas inovações?

Sr. Vilmar - Na verdade buscamos satisfazer as necessidades e os anseios dos nossos clientes. São eles que nos mostram os caminhos da inovação ao buscar na Rio Vidros o que há de mais atual no mercado. Aliás, atender a essas necessidades, sempre trazendo alguma inovação, é uma estratégia para nos diferenciarmos no mercado do vidro.

 

Jornal do Vidro - Quais são os planos para o futuro?

Sr. Vilmar - Neste momento estamos empenhados num projeto de aumentar a capacidade de atendimento da Rio Vidros. Nosso espaço físico permite que aumentemos bastante a produção e, com isso, sejamos capazes de atender melhor e com mais rapidez. Além disso, é claro, sempre trazer novidades que já é um hábito desde a época da Vidraçaria Rio Verde.

 

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