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Racionamento de energia poderá afetar a indústria de vidro e alumínio em 2015

Impactos podem ser maiores que os sentidos em 2001

Em reportagem publicada na versão online do Jornal Valor Econômico, a jornalista Denise Neumann apontou as principais preocupações de empresários de diversos setores da economia em relação ao provável racionamento de energia que deverá ocorrer em 2015.

Segundo a jornalista, em 2001, quando do último racionamento de energia, o impacto foi sentido, porém, ainda existia a possibilidade de se desenvolver ações de redução de consumo de energia, como a “troca de lâmpadas, otimização de processos industriais, mudança de telhas (modelos antigos por novos translúcidos), troca do insumo usado no aquecimento de água, alteração dos horários de produção, entre outras medidas”. O resultado desse conjunto de ações foi uma produção maior com um uso proporcionalmente menor de energia.

Sem gordura pra queimar

Já em 2015, prevê-se que o estrago deixado pelo racionamento será maior porque além do cenário econômico já não ser favorável, em função do aumento de juros, baixo crescimento mundial e do forte ajuste fiscal; já não há mais medidas de economia de energia a serem tomadas, uma vez que, em geral, a indústria já fez o que poderia ser feito para reduzir o consumo. Conforme Rafael Cervone Netto, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), "O impacto do racionamento será maior porque não temos gordura para queimar".

Efeitos no alumínio e no vidro

Milton Rego, presidente da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), aponta que os efeitos do racionamento de 2001 aliados ao fim das políticas de subsídio do governo que reduziam o custo da energia industrial, a partir de 2006, fizeram com o que o preço da energia para a indústria aumentasse em 260 % entre os anos 2000 e 2014. Conforme Rego, esse aumento no custo de produção levou muitos fabricantes de alumínio a fecharem unidades ou reduzirem a produção. Em função disso, Rego afirma que como o preço da energia já é um vilão do setor, o racionamento significará uma “redução na carne”, já que, na indústria de alumínio o uso de energia é intensivo e a redução de consumo só ocorre com o desligamento de fornos. O resultado seria menos alumínio sendo produzido num país que só aumenta o consumo dessa matéria-prima.

Já a indústria de vidro, em 2001, substituiu uma fatia da energia elétrica usada para o aquecimento dos fornos por gás, entretanto, como o gás atualmente é o combustível das termoelétricas, essa não é mais uma opção para reduzir o consumo de energia na indústria vidreira. Dessa forma, para Lucien Belmonte, superintendente da Associação Brasileira da Indústria do Vidro (Abividro), já que não haverá fuga para o corte de energia, que ele seja programado, que haja discussão sobre o assunto e não ocorra um aviso emergencial, impedindo a tomada de medidas de redução dos impactos na produção industrial.

Leia a reportagem completa publicada no Valor online clicando aqui

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