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Quais são as expectativas para o mercado vidreiro e de alumínio em 2015?

Podemos tomar como base o último semestre de 2014? Qual será a influência da indústria da construção civil e do mercado imobiliário no setor vidreiro e de alumínio?

Essas perguntas seguramente rondam a cabeça de todos no mercado vidreiro e de alumínio, em relação ao início de 2015. O JORNAL DO VIDRO coletou números e opiniões de especialistas dos setores da construção civil e do mercado imobiliário, na expectativa de que, a partir desses dados, seja possível traçar previsões sobre o mercado em 2015. Afinal, esses setores, tão importantes para o país, tem influência direta no setor vidreiro e de alumínio.

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Na indústria da construção civil a previsão não é nada boa. Conforme a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a desaceleração na indústria da construção tende a aumentar no próximo ano. O prognóstico se baseia nos dados da última pesquisa Sondagem Indústria da Construção, realizada pela CNI e divulgada em 17 dezembro 2014. As informações foram coletadas entre os dias 1º e 10 de dezembro de 2014, tendo sido consultadas 572 empresas, das quais 187 são pequenas, 259 são médias e 126 são de grande porte.

Os dados levantados confirmam a evolução negativa do nível de atividade que as indústrias do setor vêm apresentando nos últimos meses. Eles demonstram a queda no nível de atividade real em relação ao habitual, a redução no número de empregados e o recuo na utilização da capacidade de operação.

Dos quatro índices analisados apenas a utilização da capacidade de operação apresentou desempenho positivo, marcando 66 pontos percentuais em novembro/2014. Entretanto, em comparação com outubro/2014, esse índice caiu um ponto, o que significa que o uso da capacidade operacional, apesar do desempenho positivo, também está em recuo.

Dos outros três indicadores que já estavam negativos, dois apresentaram ligeira melhora e estão menos negativos, enquanto um continua em derrocada: o indicador do nível de empregados. No quadro geral, o emprego caiu 1,5 pontos de um mês para o outro, mas, na análise segmentada, as empresas de pequeno porte tiveram um aumento de 0,08 pontos, enquanto as médias tiveram um recuo de 0,02 pontos. Já as grandes empresas apresentaram diminuição mais significativa, apresentando um recuo de 3 pontos no número de empregados.

Apesar do cenário negativo, empresários do setor acreditam em reação

O estudo traz também as expectativas dos empresários do setor para os próximos seis meses, e, diante de um cenário tão negativo, a notícia boa é que os empresários estão mais otimistas. Embora continuem esperando índices negativos, de maneira geral a expectativa é de melhora. Para os entrevistados, em dezembro/2014, apenas o nível de atividade deve diminuir sutilmente, 0,01 ponto. Já os índices relativos aos novos empreendimentos e serviços e o índice de compras de insumos e matérias-primas aumentará, respectivamente 0,03 e 0,04 pontos em dezembro/2014. E a melhor estimativa está justamente no índice que apresentou maior queda em novembro, o de empregados. Conforme se espera, em dezembro esse índice deve aumentar 0,09 pontos.

Acompanhe essa matéria na íntegra na versão impressa do JORNAL DO VIDRO.

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